quarta-feira, 18 de março de 2015

Garis fecham rua do centro em frente à Cavo, para realização de assembleia




 Redação Bem Paraná com agências online




Os funcionários da limpeza pública de Curitiba, em greve desde terça-feira (17), bloqueiam a Avenida Getúlio Vargas, uma das principais da cidade, desde as 7 horas desta quarta-feira (18). O bloqueio acontece porque os funcionários estão em frente à sede da empresa Cavo, onde deverá ocorrer uma nova assembleia às 11 horas desta quarta-feira. As informações são do Siemaco, sindicado da categoria.
Durante a reunião, a empresa deve apresentar uma nova proposta de reajuste salarial. Os funcionários exigem reajuste de 20% nos salários e de 30% no vale-refeição. A última proposta apresentada pela empresa foi de 7,7% de reajuste nos salários em março, com mais 1,3% em setembro. Entre as funções dos trabalhadores que pararam estão coletores de lixo domiciliar, garis, roçadores e serventes de limpeza. Atualmente, os salários variam entre R$ 945,94 e R$ 1.118,26, dependendo da função.

Nesta terça, a Justiça do Trabalho determinou que 40% da coleta de lixo seja mantida em Curitiba. O porcentual exigido na decisão judicial fica reduzido para 30% a partir das 13 horas dos sábados e também aos domingos e feriados. No entanto, até as 8 horas desta quarta, o sindicato não tinha sido notificado da decisão e mantendo a paralisação com 100% da categoria.
A multa para o descumprimento da ordem judicial foi estipulada no valor de R$ 20 mil por dia. Uma nova audiência para tentativa de conciliação foi marcada para as 14h30 de quinta-feira no Tribunal Regional do Trabalho do Paraná. A decisão é da desembargadora Ana Carolina Zaina.
Entre as funções dos funcionários que pararam estão coletores de lixo domiciliar, garis, roçadores e serventes de limpeza.