O senador boliviano, de 53 anos, ficou 455 dias abrigado na Embaixada do Brasil na Bolívia. Depois de quase um dia inteiro de viagem de carro, Pinto Molina está, agora, em Brasília. À Agência Brasil, ele contou que sonha em reencontrar a família - que está no país desde o ano passado - e reconquistar a liberdade. Na entrevista à repórter Renata Giraldi, ele se disse “muito agradecido” à presidenta Dilma Rousseff e à sociedade brasileira. Na Bolívia, Molina é acusado de vários crimes, entre eles o desvio de recursos públicos.