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CUT propôs que a defesa do plebiscito para a reforma política, defendida pelo PT e pelo governo, também ficasse de fora do palanque unificado na Avenida Paulista para convencer Força Sindical a poupar Dilma, no “Dia Nacional de Lutas”. No entanto, presidente da entidade, deputado Paulo Pereira da Silva, diz que pacto não impedirá palavras duras contra o governo nos atos desta quinta-feira, “por falta de atendimento às questões trabalhistas que até hoje não atendeu e não quis saber”.